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Reflexão sobre Finados

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Dia de finados: Você tem medo da morte?

Se respondeu sim, então é bem provável que você também teme a vida. Haverá lágrimas e alguma tristeza até, mas o mais importante é celebrar a existência de viver. Neste dia de finados, aproveite para recordar os bons momentos e lembranças dos que já se foram.

Saudade: uma palavra que só existe em nosso vocabulário! Um sentimento precioso, único e genuíno.

A data de finados não deve ser um dia triste, mas sim um dia em que homenageamos as lembranças das pessoas que nos trouxeram uma diferença em nossas vidas. Tanta coisa aconteceu nesses últimos tempos, não é mesmo?

Portanto, em vez de focarmos na falta que essas pessoas fazem em nossas vidas, vamos agradecer pelo que elas fizeram ainda em vida e pelo legado que deixaram. Um dia de agradecimentos, comunhão e união para todos que um dia já perderam alguém.

A morte é um grande tabu da sociedade, sobretudo no Ocidente. A perda não impede de ser angustiante e incutir medo. Mas, você já viu como ela é tratada em outros países e culturas? Passar na frente de um funeral aqui no Brasil pode ser algo bem tocante. É comum vermos pessoas chorando e aquela atmosfera de tristeza que fica no ar. Além disso, os indivíduos costumam usar roupas pretas para mostrar como o luto é algo doloroso e mórbido. Mas não é assim em todos os lugares, e talvez seja algo que o Oriente possa ensinar a nós ocidentais. Na Índia, por exemplo, a cultura popular diz que ver um corpo sendo levado para o funeral pode trazer sorte.

O cadáver é envolto em panos coloridos e as pessoas que o observam passar entoam mantras. O tom desse mantra é mais de devoção do que de lamentação. Um dos motivos que levam os indianos a refletirem sobre essa forma de encarar a morte é a crença na reencarnação. Se a pessoa vai reencarnar, a vida segue e não há porque acreditar que você nunca mais irá vê-la de novo.

Outro exemplo é o México, que durante a celebração do Dia dos Mortos (2 de novembro), seria como desembarcar no Rio de Janeiro em pleno carnaval. Lá, acredita-se que todos que já foram retornam do além para uma visita regada a comida, bebida, dança e muita diversão. Olha só que genial!

Você já parou para refletir que vivemos perdas e lutos diariamente? Novas células nascem enquanto as mais velhas morrem. A cada instante se absorve e se devolve matéria ao mundo que nos rodeia. A morte coexiste com a vida. Nós, somos a própria vida se expressando por meio da experiência humana. Nos momentos em que a vida pede a morte, nos vemos frente a frente com o desconhecido: a transformação, a evolução e a mudança. Agora é tempo de sentir o movimento e observar o fluxo da correnteza. Deixar ir, sem racionalizar, sem entender o que foi e o que fica, apenas confiar, sentir saudades, preencher o coração de boas lembranças, de momentos felizes e apreciar a beleza de estar aqui.
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Leila Navarro – Palestrante / Conselheira da Felicibilidade e da Futurabilidade / Nexialista & Gestão Biodigital

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